PRIMÓRDIOS
Formação:
Vocal - Odilon Gonçalves
Guitarra - Wilton dos Santos
Baixo - Gabriel Viana
Bateria - André Mozart

O início da trajetória do VIVALMA data do ano de 2002, quando os amigos Wilton dos Santos e Gabriel Viana tinham o sonho de montar uma banda. Os dois eram vizinhos em um condomínio, no bairro da Freguesia do Ó, em São Paulo.

No mesmo condomínio, morava outro amigo, Odilon Gonçalves. Certo dia, Odilon viu Wilton e Gabriel tocando com sua banda cover de Iron Maiden em uma festa de aniversário, achou que eles precisavam de um novo vocalista e se ofereceu para se juntar ao time.

Surgia a banda Hamunaptra, formada por Odilon Gonçalves (voz), Wilton dos Santos (guitarra), Gabriel Viana (baixo) e André Mozart (bateria), todos por volta dos 13 ou 14 anos de idade. Apesar da pouca idade dos integrantes, Hamunaptra (nome sugerido por André) sempre foi tratado com seriedade pelos meninos, e chegou a ter quatro músicas próprias.

Os instrumentos ainda eram apenas violões e uma bateria com peças improvisadas e os ensaios eram no salão de festas do prédio. Porém, as músicas da banda já chamavam a atenção de alguns moradores do prédio, que começaram a comparecer para assistir aos ensaios.

Porém, por divergências com Odilon, o baterista André deixou a banda antes que o Hamunaptra chegasse a fazer shows.
ERA RHETORICAL MAGE
Formação:
Vocal - Thales Maciel
Guitarras - Odilon Gonçalves e Wilton dos Santos
Teclado - Gus Martins
Baixo - Gabriel Viana
Bateria - Thiago Panza (Felipe Abud)

Odilon Gonçalves era o único membro da banda que estudava música. Ele fazia aulas de violão e acabou pegando gosto pelas cordas. Sentindo que aquele era o seu caminho, o músico deixou de cantar e propôs à banda que conseguisse outro vocalista. Assim, entrava na banda o vocalista Thales Maciel, e começava a busca por um baterista fixo.

Durante o período em que a banda ficou sem baterista, os amigos estavam em processo de evolução em seus respectivos instrumentos e decidiram montar um repertório de covers. Passaram, então, a tocar músicas de artistas como Bon Jovi, Iron Maiden e Guns 'n' Roses, deixando de lado as “ingênuas” músicas próprias.

No ano de 2004, a escola em que Gabriel Viana e Wilton dos Santos estudavam, Zuleika de Barros, entra nas eliminatórias do Uninove Fest Music, festival de música para estudantes.

Determinados a tocarem pela primeira vez em um show, os amigos intensificam a busca pelos membros que faltavam para fechar a formação da banda. Como os garotos estavam evoluindo nos estudos musicais, Angra passou a ser a banda com que mais se identificavam, de forma que, além do baterista, tornou-se necessária uma formação que contasse com um tecladista.

Wilton e Gabriel costumavam tomar o mesmo ônibus que o tecladista Gus Martins. Eles não se conheciam, mas sempre ouviam as conversas musicais entre Gus e um amigo. Porém, na época, o tecladista deixou de tomar o mesmo ônibus, o que dificultou uma aproximação.

Os meninos descobriram o tal amigo de Gus morava perto de seu prédio na Freguesia do Ó e, através dele, conseguiram o contato de Gus e o convidaram para a banda. Pedido que foi prontamente aceito.

A uma semana do evento de estreia, a banda ainda estava sem baterista. A solução imediata foi pedir a um colega da escola, Otávio Marques, baterista de outra banda, que tocasse no festival como músico convidado. Odilon Gonçalves sugeriu que a banda adotasse o nome de Rhetorical Mage.

Apesar de a banda ter ensaiado apenas uma vez com esta formação, o show acabou sendo um sucesso. A banda tocou a música Nova Era, do Angra, e foi apontada como segunda colocada no festival. Porém, acabou desclassificada por usar músicos de outras bandas.

Em 2005, entra na banda o baterista Thiago Panza, um músico mais experimentado em comparação ao restante da banda e que possuia um home studio, apelidado de “Kafofo”. O local passou a abrigar ensaios periódicos e, pela primeira vez, o Rhetorical Mage se comportava como uma banda “de verdade”, com ensaios periódicos e o time completo, formado por Thales Maciel (voz), Odilon Gonçalves (guitarra), Wilton dos Santos (guitarra), Gabriel Viana (baixo), Gus Martins (teclado) e Thiago Panza (bateria).

A banda passa a tocar covers de artistas como Angra, Shaaman, Ozzy Osbourne e Iron Maiden, chega a tocar em alguns festivais estudantis, e de um festival de bandas da Freguesia do Ó, organizado pelos próprios garotos, que queriam ter seu primeiro show com mais de 15 minutos de duração.

Ainda em 2005, Thiago Panza deixa a banda para investir em uma banda de pop rock. Neste momento, os garotos temeram que a banda acabaria, por não terem mais um espaço para os ensaios, mas acabaram optando pelo aluguel de salas de ensaio. Começa a busca por um novo baterista.

Por indicação de uma amiga do então vocalista Thales Maciel, o Rhetorical Mage marca um teste com o Felipe Abud, que na época tocava com a banda Arch Mage, e o teste é mais do que perfeito. Com o reforço de Felipe Abud no time, lentamente os meninos começavam a ressuscitar o projeto de composição de músicas próprias.
ERA ENVISION
Formação:
Vocal - Marco Petucco
Guitarras - Odilon Gonçalves e Wilton dos Santos
Teclado - Gus Martins
Baixo - Gabriel Viana
Bateria - Felipe Abud

Em 2006, por divergências musicais, Thales Maciel deixa a banda, e os amigos começam a busca por um novo vocalista. O baterista Felipe Abud nunca gostou de Rhetorical Mage, e os demais membros também já achavam que o nome soava metal melódico demais para o novo direcionamento da banda. Com isso, durante as buscas pelo novo vocal, a banda muda seu nome para Envision. Estava começando uma nova fase na história do VIVALMA.

A busca pela nova voz do Envision foi longa, e os músicos passaram por uma fase de ensaios instrumentais, que acabaram servindo para entrosar a banda. Após vários testes frustrados, Odilon Gonçalves encontra um candidato com todo o perfil que a banda procurava: uma pessoa boa de conviver, que buscava a música como profissão primária e que tinha um gosto musical muito parecido com o restante da banda.

O teste com Marco Petucco, porém, não foi nada bom e, com exceção de Odilon, nenhum dos meninos confiou que ele seria a pessoa ideal para assumir os vocais do Envision. Odilon, no entanto, tem a intuição de que aquele era “o cara” para a banda, compra a briga e banca a permanência de Marco Petucco no time, e o Envision volta a ter sua formação completa.

Foi um período de amadurecimento, onde a banda passou a tocar covers de artistas como Dream Theater, Metallica, Angra, Savatage, Symphony X, Pantera, entre outros, com o intuito de agregar mais experiência e conhecimento musical para todos os integrantes.

Paralelamente aos covers, o Envision trabalhava em músicas autorais, concluíndo a primeira versão de Locked and Fading. Com a sequência de ensaios, os membros vão desenvolvendo ainda mais entrosamento e companheirismo.

A banda começa a ver um grande potencial em suas criações e decide intensificar os ensaios. Deste período, surgem as primeiras versões de Solitude e Vivalma (música que deu origem ao atual nome da banda) e uma gravação experimental que reuniu covers de Dream Theater e Metallica, à época chamada de “Envision - Under Cover”, gravada ao vivo no Estúdio Hawaii, no bairro de Perdizes.

Com as novas músicas próprias, a banda vai lentamente abandonando os covers. Para atrair a atenção do público, Odilon Gonçalves surge com a ideia de montar releituras de grandes clássicos da música popular. Daí vieram as versões metal progressivo de Thriller (Michael Jackson), Eleanor Rigby (The Beatles), You Oughta Know (Alanis Morissette), Smooth (Santana), Dream On (Aerosmith), entre outras. Com essa formação e esta filosofia de mesclar músicas próprias com releituras, o Envision faz vários shows e participa de diversos festivais de bandas.

Com mais uma música criada, Proudhome, os amigos decidem que era hora de mostrar este novo caminho para o público. No final de 2007, o Envision grava seu primeiro registro de canções próprias e releituras, num CD demo denominado “The Human Project Demos”. Foram escolhidas para comporem esta demo as músicas Locked and Fading e Solitude (ainda em versões originais), além de Eleanor Rigby e Thriller.

O processo de gravação de CD foi um período de grande aprendizado para os músicos e serviu para mostrar, de uma vez por todas, que era isso que os amigos queriam para suas vidas.

Este CD, juntamente com um show de lançamento, selou a fase Envision da banda.
PERÍODO DE MUDANÇAS
Formação:
Vocal - Marco Petucco
Guitarras - Odilon Gonçalves e Wilton dos Santos
Teclado - Gus Martins
Baixo - Gabriel Viana (Raphael Filt)
Bateria - Felipe Abud (Paulo Fernando, Hugo Alpha)

No início de 2008, após divergências que vinham desde a época da gravação do “The Human Project Demos”, explode a primeira bomba sobre o Envision: Felipe Abud deixa a banda, a poucas semanas de um show no Blackmore Rock Bar.

Por indicação do vocalista Marco Petucco, a banda recruta, às pressas, o batera Paulo Fernando, que topa segurar a bucha e trabalha pesado para aprender as músicas nos poucos dias que restavam até o show. O batera dá uma lição de comprometimento e os meninos conseguem seguir o cronograma à risca. O show é um sucesso, surgem os primeiros fãs da banda, e os meninos efetivam Paulo como batera do Envision.

Com essa formação, a banda segue os ensaios e as composições. Surge a primeira versão da música Touch, Feel and Flow, à época com uma pegada mais funkeada e pesada. Porém, por dificuldade de conciliação de agenda, e após alguns poucos shows, o baterista Paulo Fernando acaba deixando o Envision.

Ainda em 2008, a segunda bomba explode sobre o grupo: o baixista Gabriel Viana, um dos formadores da banda, anuncia que decidira abandonar a música para perseguir outros objetivos pessoais. Foi um período de bastante tensão, mas os integrantes que ficaram – Marco Petucco, Odilon Gonçalves, Gus Martins e Wilton dos Santos – decidem continuar com o Envision e saem em busca de uma nova cozinha para a banda.

Após algumas buscas pela Internet e diversas conversas com baixistas – inclusive com um nome de peso da cena nacional –, a banda acaba marcando um teste com o baixista Raphael Filt, que diz que também levaria um batera para o teste.

Após um ensaio leve, no melhor estilo “jam session”, Raphael Filt assume o baixo do Envision, e Hugo Alpha a bateria.
INÍCIO DA ERA VIVALMA
Formação:
Vocal - Marco Petucco
Guitarras - Odilon Gonçalves e Wilton dos Santos
Teclado - Gus Martins
Baixo - Raphael Filt
Bateria - Hugo Alpha

Após a definição da nova formação, a banda decide mudar de nome, pois descobre um Envision na Inglaterra e outro na Rússia. Após muitas sugestões de nomes (cada um com uma teoria mais complexa que o outro), o vocalista Marco Petucco sugere que a banda adote o nome da música que, naquele momento, melhor representava seu estilo. Reforçado pelo argumento de que tal nome era forte e soava bem em diversos idiomas, nascia o VIVALMA.

Com a chegada dos novos membros, a banda decide abandonar as releituras e focar única e exclusivamente na criação de músicas próprias. Deste período, surge a nova versão de Touch, Feel and Flow (com uma cara totalmente diferente da primeira versão mais funkeada), além das primeiras versões de Deviant e de uma música ainda sem nome (que à época fora batizada de Human Effect).

O VIVALMA faz diversos shows, inclusive abrindo um show do MindFlow no Manifesto Rock Bar, e recebe críticas positivas. Na mesma época, a banda fecha uma parceria com o produtor musical e professor do IG&T, Alex Rodrigues, para produzir seu primeiro álbum, HUMAN EFFECT.

No final de 2009, por questões pessoais, Hugo Alpha deixa a banda. Num momento crucial de finalização de composições e início de pré-produção do primeiro álbum, começa uma nova busca pelo dono das baquetas do VIVALMA.

Depois de alguns testes, a banda enxerga num dos candidatos as características que busca em um baterista: técnica, versatilidade, compromisso e bom relacionamento pessoal. Estava definido, por unanimidade, o novo baterista da banda: Lello Araújo.

Entre a composição de Locked and Fading (2006), e a nova formação, decorre um intervalo de pelo menos 3 anos, e a banda já se enxerga em um outro momento musical. Com isso, decide recompor a música com suas novas influências musicais.

Durante o processo de remontagem de Locked and Fading, uma terceira bomba explode e o guitarrista Wilton dos Santos, co-fundador da banda, informa sua saída do VIVALMA, a fim de trilhar um novo caminho pessoal, à parte da música. Odilon sente que não ficaria à vontade com um novo parceiro de guitarra (Odilon e Wilton tocavam juntos desde 2002) e o VIVALMA decide seguir com cinco membros.
VIVALMA ATUAL
Formação:
Vocal - Marco Petucco
Guitarra - Odilon Gonçalves
Teclado - Gus Martins
Baixo - Raphael Filt
Bateria - Lello Araújo

Com uma sólida formação, 100% focada em levar a banda de maneira profissional, o VIVALMA inicia uma nova etapa em sua carreira. Os ensaios se mudam para um home studio na casa do tecladista Gus Martins, e isso expande as possibilidades e o tempo de produção de forma decisiva.

Neste período altamente produtivo, o VIVALMA conclui a remontagem de Locked and Fading, recompõe Solitude e Vivalma, e cria duas novas músicas – Over the State e Envision: Genesis (uma homenagem à antiga encarnação da banda). Estava concluído o set list do primeiro álbum.

1. Primórdios

2. Era Rhetorical Mage

3. Era Envision

4. Período de mudanças

5. Início da Era VIVALMA

6. VIVALMA atual